Projeto Marco ZERO

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Cogito, ergo sum

ou ainda "dubito, ergo cogito, ergo sum", traduzindo "duvido, logo penso, logo existo".


René Descartes proferiu estas palavras ao questionar sua própria existência, e concluiu que ao pensar, agindo assim como ser pensante, existia indubitavelmente. (fonte: Wikipédia)

"Penso, logo existo", toda noite que isto vem a minha mente tenho um entendimento diferente sobre a conclusão de Descartes.

Assim você é o que pensa. Não necessariamente o que pensa ser. Mas você é fruto do seu pensar, dos seus gostos, escolhas, opiniões. Seus pensamentos garantem a você a sua individualidade, liberdade, e tudo aquilo que torna você uma pessoa única.

O pensamento nos torna metamórficos, o que somos hoje pode não ser o que seremos amanha e ainda ser completamente diferente do que fomos no passado. Isso porque os pensamentos mudam. A trajetória da vida faz com que nos adaptemos a toda e qualquer mudança. E muitas vezes coisas físicas e externas não influenciam o que realmente somos.

Assim é para os de origem humilde que cresceram na vida contra toda e qualquer adversidade se transformando em pessoas de sucesso. Ou para aquele de origem nobre que se portam com um espírito pobre. Não importa de onde você veio ou o que você aparenta ser, o que importa é o que você é.

Existem aqueles que vão contra os costumes tradicionais, se vestem e se portam de maneira diferente, tem gostos diferentes e até posições inversas na sociedade. Estas pessoas não são erradas, estas pessoas agem conforme o seu pensar, e assim devem ser respeitadas. Pois toda existência é uma dádiva do universo.

E este é meu manifesto sobre o preconceito, sobre o julgamento insensato e ignorante, sobre a liberdade de escolha. O direito de todo ser vivo acaba exatamente onde começa o do próximo e é neste mesmo ponto onde começa o dever de cada um. Dever de aceitar, de conviver, de deixar existir.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Twenty SEX

Galera, desculpe deixar o blog meio TOTALMENTE abandonado mas estou em uma fase bem atarantada, os gatinhos da Lola e do Nino nasceram e preciso doar, estou em fase final de projeto na empresa, trabalhando com o TCC e fazendo curso intensivo de Inglês. UFA!

E foi neste intensivo que saiu o "Twenty SEX" em um contexto aleatório qualquer, depois disso a teacher soltou um "pode falar do Twenty SEX no seu blog, porque eu sei que você tem um"... ou algo assim.

Pensei comigo "challenge accepted".


Estávamos falando sobre idade, e estou beirando os 30, não faltam nem 2 anos para tal. Posso não ter experiência para falar dos anos que virão, mas os meus 20 anos com certeza serão os meus Twenty SEXY.

Os 10 primeiros anos da minha vida passaram rápidos, de 1 a 4 não lembro de muita coisa, vagas são as memórias daquela época. De 5 a 10 já foi uma vida bem divertida, lembro bem da diversão. De 11 a 15 aquele lance de pré-adolescente, entrando na adolescência, muleque chato do caramba. Dos 16 aos 20 a ansiedade, os 18 anos, carro, mulheres, drogas, e no final descobrir que era mais expectativa do que realização, era necessário maturidade.

Para, para. Pode parar que o pão está assando. E fazer uma analogia com pão foi inevitável (ou não, já que não faz o menor sentido).


A vida até os 30 é igual ao pão caseiro que sua mãe prepara, pelo menos a minha vida.

Do seu primeiro dia de vida dentro da sua mãe até 5 anos são os ingredientes sendo misturados, você ainda não é um pão e nem massa, você é algo indefinido esperando para tomar consciência de si mesmo.

Então a massa começa a ser sovada, e este é você dos 6 aos 12 anos, você irá brincar muito, apanhar muito, se machucar muito, praticamente vai crescer a base da porrada.

E a massa é posta para descansar, e dos 12 você cresce até os 18. Você é um pré-adolescente, depois um adolescente, depois um muleque que acha que é alguém só porque fez 18. É uma massa em crescimento, cheio de reações químicas, fermento agindo. Seus pais tentam cobrir você e deixar num canto para ser se a fase passa. E vai passar, mas tem que esperar.

Aos 19 te colocam no forno, e começa a maturidade, o filhão que era alegria quando nasceu começa a dar o retorno de todo o valor que foi colocado nele no começo, a fase mais crítica passou, o cheio de massa assando no ar é fruto de ter sovado e esperado crescer, assim vai até os 25.

Aos 26 te tiram do forno. Pão bunito, quentinho. Está no auge da forma física, lembrem-se depois dos 25 o metabolismo começa a decair, hehehehehe. Já está estabelecido profissionalmente. Tem maturidade, valores, consciência. E assim vai até os 30.

Os 20 anos devem ser os anos mais sedutores de alguém. Não tenho ideia de como serão os 30, 40, 50 e assim por diante, uma visão diferente talvez, mas os vinte com certeza são sexys (Twenty SEXY).

PS.: Tá, ficou meio zuado, mas foi o que deu para fazer em 30 minutos, e ainda movimentar um pouco o blog.