Projeto Marco ZERO

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Sem título

Percebo o quão loucos são os poetas
drogados,
esquizofrênicos,
bobos

Viajam em delírios
Deliram idiotíces
Fantasiam bizarrices

Quem dera eu também poder
Poder alucinar como estas almas atormentadas
Ludibriar a própria mente

A felicidade imaginativa é corroída pela verdade
Acordado os olhos sangram
Sonhando os olhos brilham

Quem dera eu também poder
Poder rimar versos recheados de sonhos
Sonhar com você dia e noite

Invejo os poetas que sonham contigo
Pois enquanto sofrem por não a ter
Sofro eu por não imaginar você